Estão cada vez mais assustadores os índices de violência no Brasil. Disseminada por todas as cidades, grande ou pequena. A violência tem se manifestado no campo e na cidade, das mais diferentes formas. Em crimes convencionais, agitações civis, crimes passionais, latrocínios, violência no trânsito, quebradeiras após shows e eventos esportivos, conflitos entre traficantes de drogas rivais, choque entre gangues de ruas, ou de bairros diferentes ou até de “bobeiras juvenis”, que querem se afirmar através da “força”.
É um grande e aflitivo problema social, urbano e rural. Gerado por inúmeras causas. Uma delas, a pobreza. Outra, a segregação social, ou a droga ilícita ou lícita, como o álcool. Também através da vadiagem e por fim de uma educação em geral inadequada.
Hoje não se pode andar com tranquilidade pelas ruas. Não se pode trabalhar com segurança e, até mesmo na própria casa não se fica sossegado com a insegurança que paira no país. Usam-se estratégias como colocar guaritas na entrada de loteamentos, grades nas casas e prédios. Vivemos presos nas nossas próprias residências. Passeia-se menos e evita-se andar por certos locais públicos desprotegidos. O comércio vai se concentrando em shoping centers, que é visto como uma alternativa mais confortável e segura para se fazer compras e até para determinado lazer. Porém, isso também é uma segregação de classes sociais, visto que, muitos não têm poder econômico para usufruir desses espaços.
É necessário que o desenvolvimento econômico leve em conta o desenvolvimento sócio-espacial, os padrões culturais, o nível de bem-estar da população e de justiça social de uma comunidade. Deve-se buscar, sobretudo, qualidade de vida para o maior número possível de pessoas. Que equação difícil, não? A possível solução exige a formulação de uma estratégia para superação desses problemas, considerando as várias dimensões que compõe as relações sociais e relações que se concretizem num espaço físico, por exemplo, em um bairro recém-formado ou uma favela. Contudo, não há fórmula mágica para que se elimine definitivamente a violência, mas pode-se diminuí-la com medidas eficazes, tais como: geração de emprego e renda principalmente para os centros mais pobres, garantir segurança jurídica para a população mais carente, inclusive com regularização fundiária de loteamentos irregulares e favelas, dotando de infra-estrutura básica esses espaços; capacitar e valorizar os agentes públicos de segurança, bem como os da educação.
Não há varinha de condão para acertar tudo, mas urge que se tomem medidas imediatas através dos governantes e da própria população para curarmos essa grave ferida, antes que o medo vire pânico.
Dagoberto Waydzik
Dagoberto@irati.com.br
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Os sobrinhos do Papa

“Nepotismo (do latim nepos, neto ou descendente) é o termo utilizado para designar o favorecimento de parentes em detrimento de pessoas mais qualificadas, especialmente no que diz respeito à nomeação ou elevação de cargos.
A etimologia demonstra que a palavra nepotismo surgiu na Itália, no sentido de indicar a excessiva autoridade que os sobrinhos e outros parentes dos Papas exerceram na administração eclesiástica. Era um tipo de acusação dirigida contra os Papas do Renascimento (de Sisto IV a Paulo III) que nomeavam sobrinhos (nipoti) e outros parentes para posições clericais e administrativas de importância.
Em decorrência do sentido italiano atribuído à palavra nepotismo, fontes clássicas indicam que o termo nepotismo veio do baixo-latim eclesiástico: nepote, que significaria sobrinho do Papa. Deste modo, conforme atuais fontes clássicas, nepotismo significa a prática adotada pelos Papas dos séculos XV e XVI em favorecer, sistematicamente, suas famílias (sobrinhos e outros parentes) com títulos (cargos de autoridade) e doações (presentes materiais). ”- domínio público: Google
Originalmente a palavra aplicava-se exclusivamente ao âmbito das relações do papa com seus parentes, mas atualmente é utilizado como sinônimo da concessão de privilégios ou cargos a parentes no funcionalismo público. Distingue-se do favoritismo simples, que não implica relações familiares com o favorecido.
Nepotismo ocorre quando, por exemplo, um funcionário é promovido por ter relações de parentesco com aquele que o promove, havendo pessoas mais qualificadas e mais merecedoras da promoção.
A Constituição Federal, através do artigo 37, prega que os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência devem ser seguidas na contratação de funcionários no serviço público. Através deste artigo, fica explícito o caráter inconstitucional do nepotismo. No entanto, isso não impede que os municípios criem suas próprias leis para reforçar a proibição da prática.
É importante ressaltar que nepotismo não é crime. Porém, quando fica comprovada a intenção de privilegiar um membro da família através da concessão de cargos públicos, o agente público fica sujeito à ação civil pública por ato de improbidade administrativa, isso inclui desde o ressarcimento integral do dano ao erário público até a perda da função e dos direitos políticos de três a cinco anos.
Recentemente o Supremo Tribunal Federal emitiu medidas proibindo essa prática nefasta à sociedade, proibindo esse tipo de contratações nos três poderes. Mesmo o nepotismo cruzado, ou seja, aquele em que um mandatário público nomeia o parente de outrem e esse nomeia o parente do primeiro, isso também foi proibido.
Há também, em várias administrações públicas, a nomeação conjunta, em cargo comissão, de filhos, irmãos, sobrinhos e outros parentes de pessoas que já trabalham no local. Isso pode não ser ilegal, mas é imoral.
Esperamos que os mandatários eleitos na última eleição afastem de seus quadros essa conduta, pois há um benefício a apenas algumas famílias em detrimento a toda a sociedade. Sem falar dos quesitos atribuição e competência, que deveriam ser os primeiros a serem levados em conta.
Torcemos para que nas próximas administrações diminuam os “sobrinhos do papa”.
Dagoberto Waydzik
Engº Civil – dagoberto@irati.com.br
sábado, 7 de fevereiro de 2009
SUSTENTABILIDADE
Consumir com sustentabilidade é seguir pelo menos que traduz três verbos: reutilizar, reduzir e reciclar. Coloquem em prática essas palavras que vocês estarão ajudando a melhorar nosso meio ambiente.
Reutilize tudo o que puder. Sempre que há um consumo, se faz necessário verificar uma maneira de utilizar novamente os materiais, prolongar sua vida útil e evitar o descarte. Por exemplo, um pote plástico de sorvete pode ser reutilizado para guardar alimentos ou objetos. O reuso da água em edificações é fácil e necessário.
Reduza o consumo não necessário. É o principio da preservação do meio ambiente, diminui a poluição, diminui o aquecimento global e prorroga o esgotamento de recursos naturais. Por exemplo, porque lavar o carro ou calçadas tão frequentemente, consumindo água em excesso, bem que está se tornando escasso.
Recicle sempre o seu lixo. Separe papéis, metais, vidros, borrachas, madeiras, lixo orgânico. Até o óleo de cozinha deve ser separado para ser reciclado e reutilizado para outros fins, uma vez que é altamente poluente. Os papeis reciclados evitam desmatamentos e consequentemente o aquecimento global.
Tudo na vida é um ciclo.
A deposição irregular de resíduos gerados pela construção civil no Brasil está entre 50 a 70 % da massa de resíduos sólidos urbanos e, isso sobrecarrega os serviços de limpeza pública e carrea recursos maiores que os necessários destinados a pagar a conta dessa coleta, transporte e deposição de resíduos depositados irregularmente nas vias públicas, conta essa que seria de responsabilidade dos geradores. Urge de um plano de gerenciamento de resíduos da construção civil.
Que tal as associações de bairros, moradores de determinadas ruas ou quadras providenciar coletores coloridos para separar os objetos. Com a cooperação entre os moradores, dos agentes comerciais, industriais ou até públicos. Não precisam ser sofisticados esses vasilhames, podem ser improvisados com tambores metálicos devidamente pintados em cores diferentes e com rotulação do tipo de material a ser reciclado. Porque não colocá-los colocados em suportes em esquinas, onde não atrapalhe os transeuntes?
Esse tema carece de discussões permanentes em grupos associados, entidades e principalmente em escolas. Aliás, deveria ser disciplina obrigatória nos currículos escolares.
Dagoberto Waydzik
Reutilize tudo o que puder. Sempre que há um consumo, se faz necessário verificar uma maneira de utilizar novamente os materiais, prolongar sua vida útil e evitar o descarte. Por exemplo, um pote plástico de sorvete pode ser reutilizado para guardar alimentos ou objetos. O reuso da água em edificações é fácil e necessário.
Reduza o consumo não necessário. É o principio da preservação do meio ambiente, diminui a poluição, diminui o aquecimento global e prorroga o esgotamento de recursos naturais. Por exemplo, porque lavar o carro ou calçadas tão frequentemente, consumindo água em excesso, bem que está se tornando escasso.
Recicle sempre o seu lixo. Separe papéis, metais, vidros, borrachas, madeiras, lixo orgânico. Até o óleo de cozinha deve ser separado para ser reciclado e reutilizado para outros fins, uma vez que é altamente poluente. Os papeis reciclados evitam desmatamentos e consequentemente o aquecimento global.
Tudo na vida é um ciclo.
A deposição irregular de resíduos gerados pela construção civil no Brasil está entre 50 a 70 % da massa de resíduos sólidos urbanos e, isso sobrecarrega os serviços de limpeza pública e carrea recursos maiores que os necessários destinados a pagar a conta dessa coleta, transporte e deposição de resíduos depositados irregularmente nas vias públicas, conta essa que seria de responsabilidade dos geradores. Urge de um plano de gerenciamento de resíduos da construção civil.
Que tal as associações de bairros, moradores de determinadas ruas ou quadras providenciar coletores coloridos para separar os objetos. Com a cooperação entre os moradores, dos agentes comerciais, industriais ou até públicos. Não precisam ser sofisticados esses vasilhames, podem ser improvisados com tambores metálicos devidamente pintados em cores diferentes e com rotulação do tipo de material a ser reciclado. Porque não colocá-los colocados em suportes em esquinas, onde não atrapalhe os transeuntes?
Esse tema carece de discussões permanentes em grupos associados, entidades e principalmente em escolas. Aliás, deveria ser disciplina obrigatória nos currículos escolares.
Dagoberto Waydzik
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Ode ao Mar

Eterno e intocado,
O mar está num patamar acima das pretensões dos homens.
As marés levantam e abaixam suas águas
Lavando a vergonha do vermelho sangue
Das eternas guerras humanas.
Os terrenos são comprados,
Usurpados, doados,
Vendidos e possuídos,
Divididos.
Feitos campos de brigas,
Manchados pelo sangue,
Pela vergonha das poções do sangue
Provocadas por quem se acha donos das mesmas.
A terra inflamou
E cresceu em cavas de inúmeros e incontáveis corpos nela enterradas.
A terra putrifica,
O mar purifica,
Faz a chuva nascer
Sopra,
Refresca o continente e,
Às vezes varre a terra.
O mar tempera a vida com seu sal,
Conserva a carne, mas também:
Corrói o litoral
Destrói pilares mal construído pelos homens.
Pilares construídos com argamassa do amor,
Da lealdade sofrem com as intemperives
Porém sustenta-se
Com a manutenção dos bons exemplos.
Reciclam-se,
Prevalecem de geração em geração.
Estruturas erguidas com ganância,
Com egoísmo,
Com ódio tornam-se tênues.
Pode até ter a forte do aço,
Mas será corroído pelo fel ácido,
Constante como o suco de um limão.
Apodera-se de cada ressentimento,
De cada insulto,
De cada traição.
Dói num único ponto da barriga.
Queima, machuca, destrói.
Não vive,
Cega,
Tropeça,
Cai,
E jaz inchando mais a terra.
DAGOBERTO WAYDZIK
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O bairrismo saudável
Normalmente o termo “bairrismo” é pejorativo, pois se trata de uma defesa intransigente de uma alegada virtude ou de uma região qualquer e, isso muitas vezes é polêmico. Porém, um bairrismo saudável seria termos novamente um representante iratiense, com credibilidade e influência nas esferas estaduais e federais.
Na história de nossa cidade tivemos várias personalidades que marcaram por uma postura de defesa intransigente e vitoriosa de nossa região. Dentre várias, na política, destacamos: na década de 70 o deputado estadual Antonio Lopes Junior, Tico Lopes, que foi o principal responsável articulador da construção do trecho da rodovia BR-277 entre Palmeira-Irati-Relógio. Na década de 80 e 90, Antonio Toti Colaço Vaz, vereador, prefeito e deputado estadual foi um dos articuladores para criação da Associação dos Municípios do Centro-Sul do Paraná, a importante Amcespar e, na direção dessa associação conseguiu, após muita luta, o asfaltamento das estradas Irati-Paulo Frontin e Irati-Guamirim. Como deputado foi um dos responsáveis, também, pela conquista da pavimentação asfáltica entre a nossa cidade e a cidade de Imbituva. Tudo isso devido à união em torno da Amcespar.
A Amcespar é um órgão associativista dos municípios da micro região 17, criado em 1983. Tem o município de Irati, como pólo, e ainda: Imbituva, Fernandes Pinheiro, Teixeira Soares, Prudentópolis, Rebouças, Rio Azul, Mallet, Inácio Martins e Guamiranga. Possui como objetivo principal a ampliação e o fortalecimento da capacidade administrativa e representativa desses municípios associados.
A nosso ver o bairrismo hoje é necessário para elegermos um presidente forte para essa entidade. Quesito esse que, infelizmente, não existe na bancada paranaense de deputados federais que, incrivelmente, não fecham com o deputado paranaense Osmar Serraglio, pretenso candidato à presidência da Câmara. Político capacitado, probo e atuante. No mínimo é uma atitude incoerente e em detrimento ao fortalecimento político do Paraná, mesmo que o Osmar não tenha as chances de vencer, devido aos conchavos existentes na Câmara alta, seria uma união pelo Paraná.
Não tenho procuração para defender essa ou aquela candidatura ao cargo de presidente da Amcespar, mas uma coisa é certa, há muitos anos que essa associação anda meio apagada. A cadeira de titular deve ser de uma pessoa comprometida com nossa região, e de preferência voltar para nossa cidade. Por um político que busque reais e consideráveis avanços aos municípios. Que já tenha demonstrado boas práticas de governança. Que seja polido. Que tenha credibilidade e trânsito nas esferas estaduais e federais.
Que tal os políticos de Irati e da região unirem-se em torno de um nome com essas características? Demovendo os demais prefeitos para essa união, visando uma meta de responsabilidade cooperativa, como por exemplo, a tão sonhada pavimentação da estrada Irati a São Mateus do Sul. Toda nossa região lucraria. Haveria mudanças positivas macro regionais. Ocorreria uma desfronteirização entre o sul e o centro-sul do Estado do Paraná. Seria uma conquista ousada, necessária e estratégica para o desenvolvimento regional. Seria a tolerância do pluralismo. Contudo, para que isso ocorra, os políticos regionais devem deixar de lado o provincianismo e as cores partidárias e canalizar energia para lutas maiores.
Deixemos de ser passivos com o desdém dos governadores. Se capitaneados por uma voz forte e uníssona o grito por essa obra teria um tom realmente alto e atingiria os tímpanos do governo estadual.
Vamos lutar unidos.
Dagoberto Waydzik
www.dagobertowaydzik.blogstop.com
Na história de nossa cidade tivemos várias personalidades que marcaram por uma postura de defesa intransigente e vitoriosa de nossa região. Dentre várias, na política, destacamos: na década de 70 o deputado estadual Antonio Lopes Junior, Tico Lopes, que foi o principal responsável articulador da construção do trecho da rodovia BR-277 entre Palmeira-Irati-Relógio. Na década de 80 e 90, Antonio Toti Colaço Vaz, vereador, prefeito e deputado estadual foi um dos articuladores para criação da Associação dos Municípios do Centro-Sul do Paraná, a importante Amcespar e, na direção dessa associação conseguiu, após muita luta, o asfaltamento das estradas Irati-Paulo Frontin e Irati-Guamirim. Como deputado foi um dos responsáveis, também, pela conquista da pavimentação asfáltica entre a nossa cidade e a cidade de Imbituva. Tudo isso devido à união em torno da Amcespar.
A Amcespar é um órgão associativista dos municípios da micro região 17, criado em 1983. Tem o município de Irati, como pólo, e ainda: Imbituva, Fernandes Pinheiro, Teixeira Soares, Prudentópolis, Rebouças, Rio Azul, Mallet, Inácio Martins e Guamiranga. Possui como objetivo principal a ampliação e o fortalecimento da capacidade administrativa e representativa desses municípios associados.
A nosso ver o bairrismo hoje é necessário para elegermos um presidente forte para essa entidade. Quesito esse que, infelizmente, não existe na bancada paranaense de deputados federais que, incrivelmente, não fecham com o deputado paranaense Osmar Serraglio, pretenso candidato à presidência da Câmara. Político capacitado, probo e atuante. No mínimo é uma atitude incoerente e em detrimento ao fortalecimento político do Paraná, mesmo que o Osmar não tenha as chances de vencer, devido aos conchavos existentes na Câmara alta, seria uma união pelo Paraná.
Não tenho procuração para defender essa ou aquela candidatura ao cargo de presidente da Amcespar, mas uma coisa é certa, há muitos anos que essa associação anda meio apagada. A cadeira de titular deve ser de uma pessoa comprometida com nossa região, e de preferência voltar para nossa cidade. Por um político que busque reais e consideráveis avanços aos municípios. Que já tenha demonstrado boas práticas de governança. Que seja polido. Que tenha credibilidade e trânsito nas esferas estaduais e federais.
Que tal os políticos de Irati e da região unirem-se em torno de um nome com essas características? Demovendo os demais prefeitos para essa união, visando uma meta de responsabilidade cooperativa, como por exemplo, a tão sonhada pavimentação da estrada Irati a São Mateus do Sul. Toda nossa região lucraria. Haveria mudanças positivas macro regionais. Ocorreria uma desfronteirização entre o sul e o centro-sul do Estado do Paraná. Seria uma conquista ousada, necessária e estratégica para o desenvolvimento regional. Seria a tolerância do pluralismo. Contudo, para que isso ocorra, os políticos regionais devem deixar de lado o provincianismo e as cores partidárias e canalizar energia para lutas maiores.
Deixemos de ser passivos com o desdém dos governadores. Se capitaneados por uma voz forte e uníssona o grito por essa obra teria um tom realmente alto e atingiria os tímpanos do governo estadual.
Vamos lutar unidos.
Dagoberto Waydzik
www.dagobertowaydzik.blogstop.com
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
ÁGUA O BEM SUPREMO DA VIDA

No ciclo hidrológico uma molécula de água leva vinte anos para executar esse caminho.
Em 20 anos, segundo a FAO (Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) haverá escassez de água no mundo, pois serão 1,8 bilhões de habitantes no planeta. Enfrentaremos problemas com a escassez desse bem.
A água é um bem finito por isso devemos preservá-la e usá-la com consciência. Com racionalidade, reduzindo o consumo e reusando a mesma quantas vezes forem possíveis.
Da pouca água doce que existe em nosso planeta, 70% se usam no setor agrícola, 20 % no setor industrial e 10% no uso doméstico. Então quem causa maior impacto no meio ambiente é o setor agrícola.
A solução para o problema da falta de água é o aperfeiçoamento das técnicas agrícolas que aproveitam as águas da chuva, dos rios e açudes para regar as plantações, além da mudança dos hábitos alimentares.
Podemos reutilizar as águas das chuvas e residuais com processos e planejamento nos projetos de engenharia.
Resumidamente devemos: captar, filtrar, tratar, reservar e distribuir para consumos direcionados.
Devemos dotar ações diversas, intervindo em edificações, de tal forma que suscite a redução do consumo de água, com a divulgação de técnicas de economia e reaproveitamento pelos consumidores, evitando o desperdício. Com a otimização de processos de reuso da água haverá ganhos ambientais e minimização da tendência do aumento de custos das águas tratadas.
As águas que podem ser usadas e reusadas são as de chuva e águas residuárias.
Aplicando-se técnicas planejadas, já conhecidas, para o reuso agrícola e urbano para fins não potáveis, para fins industriais, no meio ambiente, na recarga dos aqüíferos e no reuso para fins potáveis, adequando processos e investimentos dos setores públicos e privados.
Lógico, tudo isso dentro de técnica e normas com exigências mínimas de legislação a partir de várias classes de água. Há resolução no CONAMA, ANVISA, ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Em Curitiba já há lei para o uso racional da água. É a Lei Municipal 10.785/2003.
Quem sabe nossos vereadores, com assessoria competente devida, não poderiam aplicar este expediente também aqui em Irati.
O consumo da água potável aumentou 10X desde a virada do século.
Muitos países enfrentam o problema da falta de água.
1/3 da população mundial não tem acesso a água potável.
Uma das causas é pelo aquecimento global principalmente pelo consumo de combustíveis fosseis, pela emissão de CO2.
Os países de 1º mundo são os maiores responsáveis devido ao consumo de oxigênio. Mas a partir do desenvolvimento dos outros países, como o Brasil, isso também ocorre.
O que deixarmos de herança do meio ambiente as gerações futuras.
Não devemos ser egoístas, e imediatistas.
Lavar calçadas ou carros mais de 1X por semana é um abuso de consumo de água. Na verdade não é quem consome que paga o maior preço e sim os habitantes do amanhã.
A humanidade não pode ser dissociada da natureza.
Reuso de água é um tipo de reciclagem.
Não estamos querendo amedrontar ninguém, mas sim alertar as pessoas para o amanha. Principalmente os jovens, é uma questão de sobrevivência.
O grande objetivo do mundo.
Estabilização da população e do clima.
Quanto estabilização o clima falamos de estabilização a utilização de combustíveis fosseis.
Para estabilizarmos a ecologia precisamos desenvolver nossa. Criatividade, interligação e capacidade de adaptação.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
A lenda do "Nhapindá"
Diz uma estória que um judeu emprestou certa quantia em dinheiro a uma pessoa.
Como de praxe o judeu é um bom negociante. Quando venceu o prazo combinado ele foi cobrar seus haveres. Mas, o indivíduo pediu mais prazo para efetuar o dito pagamento. Acertados os novos juros o judeu concedeu um novo prazo para o seu devedor.
Vencido novamente o prazo acordado o judeu procurou o indivíduo para cobrar sua dívida. Qual foi a sua surpresa: o devedor desapareceu de circulação. O judeu ficou muito transtornado. Procurou por todos os lugares, mas não achou o seu devedor.
Neste ínterim o judeu morreu. Como não havia recebido seu haver transformou-se no “NHAPINDÁ”!
E, assim, todos que passavam por ele eram agarrados por seus espinhos na esperança de encontrar o seu devedor.
Assim, nasceu o “nhapindá”, que é um arbusto espinhento também chamado arranha-gato.
Autor: desconhecido
Enviado por: Dagoberto Waydzik
Como de praxe o judeu é um bom negociante. Quando venceu o prazo combinado ele foi cobrar seus haveres. Mas, o indivíduo pediu mais prazo para efetuar o dito pagamento. Acertados os novos juros o judeu concedeu um novo prazo para o seu devedor.
Vencido novamente o prazo acordado o judeu procurou o indivíduo para cobrar sua dívida. Qual foi a sua surpresa: o devedor desapareceu de circulação. O judeu ficou muito transtornado. Procurou por todos os lugares, mas não achou o seu devedor.
Neste ínterim o judeu morreu. Como não havia recebido seu haver transformou-se no “NHAPINDÁ”!
E, assim, todos que passavam por ele eram agarrados por seus espinhos na esperança de encontrar o seu devedor.
Assim, nasceu o “nhapindá”, que é um arbusto espinhento também chamado arranha-gato.
Autor: desconhecido
Enviado por: Dagoberto Waydzik
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
ETHOS-MORES (ÉTICA)
A ética é uma característica inerente de toda ação humana.
Dispõe de condutas esperadas, condutas obrigatórias e de condutas vedadas. Tem como origem a Sociedade, através de seus usos e costumes.
Toda associação de classe tem um Conselho de Ética.
Por princípio, cada profissional tem o direito de buscar seu sustento com sua arte, e assim o faz, pois esse é o objetivo de um profissional. Podemos formular nossos honorários a nosso juízo. Isso, porém, não nos faculta o desviar por trilhas inescrupulosas e mercantilistas da barganha mesquinha e do regateio depreciativo. Há limites! Tanto para baixo, como para cima. Os extremos são eticamente reprováveis. A remuneração de um profissional deve ser justa e honesta.
Também devemos atuar com lealdade no mercado de trabalho, observando o princípio da igualdade de condições. Competir sim, mas com honestidade, sem espertezas e artifícios rasteiros para a conquista do cliente.
Nas condutas vedadas pactuamos limites de ação. Assim é que nos proibimos, entre outras coisas, de apresentar propostas de honorários com valores vis ou extorsivos. Com isso fica claro o quanto dinheiro podemos ganhar. Primeiro, o patamar abaixo do qual o valor será considerado aviltante, apresentando correlação irrisória com a efetiva capacidade do profissional ou com o real valor do serviço ou produto.
Outro limite é o teto. Quando ultrapassamos um razoável valor superior os honorários poderão ser considerados exorbitantes ou extorsivos. É o momento, em que, alguns se prevalecem de situação de privilégio excepcional, hegemonia no mercado, boa fé do cliente. O profissional cobra valores muito acima dos considerados razoáveis ou comumente praticados.
Outro exemplo é a assunção de um novo profissional em um trabalho do qual outro profissional retirou-se. Ora, com certeza houve um motivo para o primeiro afastar-se do labor já em andamento! Por isso, o mínimo que o novo profissional deve fazer, antes de aceitar o serviço, é comunicar-se com o profissional que realizava a tarefa. Para cientificar-se das razões do mesmo. Se fora por um desacerto com o cliente, por incompatibilidade de tempo, ou o pior, por intransigências de terceiros. Esse cuidado é uma ação de Ética.
Ética também pode ser definida como o que é bom para o indivíduo, para o outro e para a sociedade. É o mandamento que estipula a conduta desejada de um indivíduo em sociedade.
Não há sanção legal para a inobservância de conduta ética, mas sim uma clara reprovação social, que produz uma marca, talvez, até mais forte no currículo do indivíduo.
*Ethos = modo de ser;
*Mores = costumes de onde se derivou a palavra moral.
Dagoberto Waydzik
Engº Civil – dagoberto@irati.com.br
Dispõe de condutas esperadas, condutas obrigatórias e de condutas vedadas. Tem como origem a Sociedade, através de seus usos e costumes.
Toda associação de classe tem um Conselho de Ética.
Por princípio, cada profissional tem o direito de buscar seu sustento com sua arte, e assim o faz, pois esse é o objetivo de um profissional. Podemos formular nossos honorários a nosso juízo. Isso, porém, não nos faculta o desviar por trilhas inescrupulosas e mercantilistas da barganha mesquinha e do regateio depreciativo. Há limites! Tanto para baixo, como para cima. Os extremos são eticamente reprováveis. A remuneração de um profissional deve ser justa e honesta.
Também devemos atuar com lealdade no mercado de trabalho, observando o princípio da igualdade de condições. Competir sim, mas com honestidade, sem espertezas e artifícios rasteiros para a conquista do cliente.
Nas condutas vedadas pactuamos limites de ação. Assim é que nos proibimos, entre outras coisas, de apresentar propostas de honorários com valores vis ou extorsivos. Com isso fica claro o quanto dinheiro podemos ganhar. Primeiro, o patamar abaixo do qual o valor será considerado aviltante, apresentando correlação irrisória com a efetiva capacidade do profissional ou com o real valor do serviço ou produto.
Outro limite é o teto. Quando ultrapassamos um razoável valor superior os honorários poderão ser considerados exorbitantes ou extorsivos. É o momento, em que, alguns se prevalecem de situação de privilégio excepcional, hegemonia no mercado, boa fé do cliente. O profissional cobra valores muito acima dos considerados razoáveis ou comumente praticados.
Outro exemplo é a assunção de um novo profissional em um trabalho do qual outro profissional retirou-se. Ora, com certeza houve um motivo para o primeiro afastar-se do labor já em andamento! Por isso, o mínimo que o novo profissional deve fazer, antes de aceitar o serviço, é comunicar-se com o profissional que realizava a tarefa. Para cientificar-se das razões do mesmo. Se fora por um desacerto com o cliente, por incompatibilidade de tempo, ou o pior, por intransigências de terceiros. Esse cuidado é uma ação de Ética.
Ética também pode ser definida como o que é bom para o indivíduo, para o outro e para a sociedade. É o mandamento que estipula a conduta desejada de um indivíduo em sociedade.
Não há sanção legal para a inobservância de conduta ética, mas sim uma clara reprovação social, que produz uma marca, talvez, até mais forte no currículo do indivíduo.
*Ethos = modo de ser;
*Mores = costumes de onde se derivou a palavra moral.
Dagoberto Waydzik
Engº Civil – dagoberto@irati.com.br
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Os ombros mais carregados do mundo
São de Barack Hussein Obama o presidente do país mais poderoso do mundo, os Estados Unidos da América, eleito o 44º na história daquele país.
Aquela nação praticou a democracia ao eleger um jovem negro, filho de imigrante africano num local que é tão pouco tempo nem sentar juntos os negros podiam com os brancos.
Obama demonstra segurança, energia, simpatia, humildade e principalmente esperança ao seu país e ao mundo inteiro. Vamos torcer para que seu programa eleitoral seja cumprido o máximo possível, pois se assim for será um divisor de águas e talvez, resulte num possível mundo novo a todos. Ele diz: “Sim nós podemos”, e nós dizemos sim nós torcemos. Barack já iniciou algumas medidas com a suspensão dos julgamentos dos processos dos presos da terrível prisão de Guantánamo, em Cuba. Prometeu gestionar para devolver o poder aos iraquianos. Disse que vão intermediar os conflitos do oriente médio, principalmente os da Faixa de Gaza. Contudo, os Estados Unidos devem principalmente fazer o seu dever de casa, pois são os maiores poluidores do meio ambiente mundial. Respondem por grande parte do aquecimento global do planeta. Gastam em excesso água e energia. Mete-se em políticas de outras nações sem serem chamados.
A história deles já teve como presidentes figuras emblemáticas, positivamente e negativamente, dentre elas: George Washington, o chamado “pai dos Estados Unidos da América”, seu primeiro presidente; Thomas Jéferson, principal autor da declaração da independência dos EUA; Wreodrow Wilson, o mais racista no poder; Calvin Coolidge, que em 1929 participou do crack da bolsa de Nova York; Franklin D. Roosevelt, enfrentou a grande depressão e a segunda guerra mundial; Harry Truman mandou explodir a bomba atômica no Japão e também dividiu Berlin com Stálin; John F. Kennedy, assassinado em 1963, era considerado a esperança do futuro; Ronald Reagan ajudou a desmantelar a União Soviética; e George W. Busch que fez duas guerras, a do Afeganistão e a do Iraque e conseguiu conquistar a antipatia mundial.
Obama com certeza não será tão ruim quanto Busch e, pelo menos não transparece o ufanismo do povo americano, com isso cremos que melhores dias virão. Lógico, que não dá para pensar que o pior já passou, mas as mudanças certamente existirão com a abertura das portas da Casa Branca com as chaves da esperança, principalmente porque nem um presidente chegou tão recomendado ao cargo.
Engenheiro Civil Dagoberto Waydzik
www.dagoberto waydzik.blogspot.com
Aquela nação praticou a democracia ao eleger um jovem negro, filho de imigrante africano num local que é tão pouco tempo nem sentar juntos os negros podiam com os brancos.
Obama demonstra segurança, energia, simpatia, humildade e principalmente esperança ao seu país e ao mundo inteiro. Vamos torcer para que seu programa eleitoral seja cumprido o máximo possível, pois se assim for será um divisor de águas e talvez, resulte num possível mundo novo a todos. Ele diz: “Sim nós podemos”, e nós dizemos sim nós torcemos. Barack já iniciou algumas medidas com a suspensão dos julgamentos dos processos dos presos da terrível prisão de Guantánamo, em Cuba. Prometeu gestionar para devolver o poder aos iraquianos. Disse que vão intermediar os conflitos do oriente médio, principalmente os da Faixa de Gaza. Contudo, os Estados Unidos devem principalmente fazer o seu dever de casa, pois são os maiores poluidores do meio ambiente mundial. Respondem por grande parte do aquecimento global do planeta. Gastam em excesso água e energia. Mete-se em políticas de outras nações sem serem chamados.
A história deles já teve como presidentes figuras emblemáticas, positivamente e negativamente, dentre elas: George Washington, o chamado “pai dos Estados Unidos da América”, seu primeiro presidente; Thomas Jéferson, principal autor da declaração da independência dos EUA; Wreodrow Wilson, o mais racista no poder; Calvin Coolidge, que em 1929 participou do crack da bolsa de Nova York; Franklin D. Roosevelt, enfrentou a grande depressão e a segunda guerra mundial; Harry Truman mandou explodir a bomba atômica no Japão e também dividiu Berlin com Stálin; John F. Kennedy, assassinado em 1963, era considerado a esperança do futuro; Ronald Reagan ajudou a desmantelar a União Soviética; e George W. Busch que fez duas guerras, a do Afeganistão e a do Iraque e conseguiu conquistar a antipatia mundial.
Obama com certeza não será tão ruim quanto Busch e, pelo menos não transparece o ufanismo do povo americano, com isso cremos que melhores dias virão. Lógico, que não dá para pensar que o pior já passou, mas as mudanças certamente existirão com a abertura das portas da Casa Branca com as chaves da esperança, principalmente porque nem um presidente chegou tão recomendado ao cargo.
Engenheiro Civil Dagoberto Waydzik
www.dagoberto waydzik.blogspot.com
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