São de Barack Hussein Obama o presidente do país mais poderoso do mundo, os Estados Unidos da América, eleito o 44º na história daquele país.
Aquela nação praticou a democracia ao eleger um jovem negro, filho de imigrante africano num local que é tão pouco tempo nem sentar juntos os negros podiam com os brancos.
Obama demonstra segurança, energia, simpatia, humildade e principalmente esperança ao seu país e ao mundo inteiro. Vamos torcer para que seu programa eleitoral seja cumprido o máximo possível, pois se assim for será um divisor de águas e talvez, resulte num possível mundo novo a todos. Ele diz: “Sim nós podemos”, e nós dizemos sim nós torcemos. Barack já iniciou algumas medidas com a suspensão dos julgamentos dos processos dos presos da terrível prisão de Guantánamo, em Cuba. Prometeu gestionar para devolver o poder aos iraquianos. Disse que vão intermediar os conflitos do oriente médio, principalmente os da Faixa de Gaza. Contudo, os Estados Unidos devem principalmente fazer o seu dever de casa, pois são os maiores poluidores do meio ambiente mundial. Respondem por grande parte do aquecimento global do planeta. Gastam em excesso água e energia. Mete-se em políticas de outras nações sem serem chamados.
A história deles já teve como presidentes figuras emblemáticas, positivamente e negativamente, dentre elas: George Washington, o chamado “pai dos Estados Unidos da América”, seu primeiro presidente; Thomas Jéferson, principal autor da declaração da independência dos EUA; Wreodrow Wilson, o mais racista no poder; Calvin Coolidge, que em 1929 participou do crack da bolsa de Nova York; Franklin D. Roosevelt, enfrentou a grande depressão e a segunda guerra mundial; Harry Truman mandou explodir a bomba atômica no Japão e também dividiu Berlin com Stálin; John F. Kennedy, assassinado em 1963, era considerado a esperança do futuro; Ronald Reagan ajudou a desmantelar a União Soviética; e George W. Busch que fez duas guerras, a do Afeganistão e a do Iraque e conseguiu conquistar a antipatia mundial.
Obama com certeza não será tão ruim quanto Busch e, pelo menos não transparece o ufanismo do povo americano, com isso cremos que melhores dias virão. Lógico, que não dá para pensar que o pior já passou, mas as mudanças certamente existirão com a abertura das portas da Casa Branca com as chaves da esperança, principalmente porque nem um presidente chegou tão recomendado ao cargo.
Engenheiro Civil Dagoberto Waydzik
www.dagoberto waydzik.blogspot.com

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