No interior da obliquidade, como deve ser tratada o assunto meio ambiente, os diversos profissionais nas áreas de Engenharia, Arquitetura, Agronomia e Geociências aparecem como bases capitais para o desenvolvimento de tecnologias mais limpas, fazendo com que a coletividade, corporações e indústrias, disponham de empreendimentos eco-sustentáveis, lancem cada vez menos efluentes e emissões indesejáveis na natureza e também que produzam os bens de consumo de modo a não gerarem resíduos antes e após o uso.
Os empreendedores devem praticar a proteção ambiental por iniciativa própria, sem a necessidade de imposições legais, almejando sempre o uso comedido de matérias-primas e poupando ao máximo o meio ambiente.
Os profissionais devem daqui para frente, ter em seus objetivos a priorização dos seguintes objetivos fundamentais:
-Aperfeiçoar o uso de recursos e matérias-primas, através de alteração e modernização de processos, que possam resultar em um consumo energético mais eficiente, na redução do consumo de água e na minimização da geração de resíduos.
-Todas as empresas produtoras dos bens de consumo, indústrias, centrais de distribuição, redes de supermercados, e outros, devem estimular a simplificação das embalagens e restringir a produção de embalagens descartáveis, garantindo ao consumidor, a disponibilidade de produtos em embalagens retornáveis e/ou reaproveitáveis.
-As empresas têm que procurar os caminhos do desenvolvimento de novas tecnologias, que propiciem novos processos de produção, praticando-se assim, o verdadeiro mecanismo de desenvolvimento limpo.
A Engenharia sendo um dos pilares do desenvolvimento deverá interagir cada vez mais a área de projetos, da construção e do administrador público, buscando a harmonia e a democratização.
A modalidade de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo deverão caminhar em passos largos para a democratização da produção do espaço em nosso País.
Dagoberto Waydzik
Engenheiro Civil

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