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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O tripé da vigilância

(O ser sempre transcende a aparência!)

A vigilância dos poderes executivos depende principalmente:
Em 1º lugar: das Câmaras de Vereadores, as Assembléias Legislativas e Câmaras Federais.
Em 2º lugar: das promotorias públicas e corregedorias públicas estaduais
E, por fim, em terceiro lugar da imprensa.
As denúncias, sérias, devem ser levadas adiante e apuradas. Logicamente que podem envolver os riscos das perseguições, mas quando fundamentado é um ato de cidadania.
Uma entidade não pode invadir a jurisdição da outra, porém pode e devem se irmanar para vigiar o dinheiro do povo.
É impressionante e real o fato que no Brasil os impostos somam 40% do PIB. Portanto, é muito dinheiro para ficar “solto” e sem uma prestação de contas efetivas deste enorme numerário.
Por isso é lamentável que a maioria das organizações e entidades constituídas não façam pressão aos três “poderes” supracitados, que seriam os principais vigilantes dos poderes executivos.
A liberdade de expressão é garantida pela Constituição Federal. E deve-se respeitar a pluralidade de opiniões.
Deve-se tomar cuidado com a prática contumaz do desvio do foco das denúncias. A autoridade denunciada, geralmente, instala uma cortina de fumaça anunciando outro assunto polêmico. Essa prática é praxe de certos governadores e de muitos prefeitos e por que não dizer até de Presidentes de Repúblicas.
Assim, as pessoas esquecem o que você disse, esquecem o que você fez.
Em alguns casos a imprensa esquece a denúncia e a usa para melhorar um possível contrato com o denunciado.
Muitas vezes os poderes fiscalizadores não têm estrutura ou não quer levar adiante uma denúncia por comodidade ou conveniência.
É o conservadorismo em sua linguagem mais nefasta, ou seja, a da omissão pelo mero receio da mudança.
Mas, não nos deixemos esmorecer, pois existe uma máxima que já ouvi e dizia assim: “eu denuncio, por que, mesmo que não adiante nada é menos um covarde no mundo”.
É preferível um honesto falido de que um corrupto de sucesso.
“Onde as leis não têm força, pululem os demagogos, e o povo torna-se tirano” (Aristóteles).



Dagoberto Waydzik

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