A crise econômica do mundo é evidente, mas segundo o nosso presidente Lula não afetará o Brasil. Acho que ele está fazendo turismo em excesso, ou vivendo em outro planeta!
“Desde que assumiu o poder, Lula já visitou 66 países, mais do que qualquer outro presidente brasileiro”. Já se fala que ele é o “Silva Jet”. Ele vê as viagens internacionais como antídoto perfeito para o trabalho burocrático.
A engrenagem mundial está em pânico. Pânico...
“O deus Pã da mitologia grega, com a sua flauta e suas patas de bode, está por trás da palavra que designa o modo irracional, pânico, era o terror provocado por Pã.” (domínio público)
Tudo no mundo depende muito de ações políticas, principalmente de políticas públicas. Daí a importância do voto, que muitas vezes não é levado a sério.
Falar em pânico e políticas públicas veja o recente caso do seqüestro da cidade de Santo André (SP). Uma situação passional de “crianças” pode-se dizer, levou a um período de 100 horas de seqüestro. Que país é esse? Houve interferência política desnecessária no caso. Não foram priorizadas as reféns e sim a polícia e o bandido. Pode-se denotar um despreparo total. Será que o coronel Félix estava preparado para dirigir a situação? Será que este cargo que ele detinha não conseguiu por motivos políticos? Será que os governantes não teriam que usar primeiramente o quesito atribuição e competência para nomeação de cargos que requeiram real atribuição capacitação? Devolver uma refém que saiu do cativeiro para o bandido? Só pode ser insanidade. É motivo de chacota no resto do mundo. Quem vai amparar a família da vítima? O grupo de direitos humanos? O governo? E atualmente ainda alguns órgãos que querem eliminar o regime diferenciado de presos perigosos nas penitenciárias.
Volta-se a tecla de que uma equipe de governo, seja em que escala for, deve ser formada primeiramente pelo critério de competência. Não pelo “compadrio” ou pelo elemento ter participado como cabo eleitoral de uma campanha, ou para ter sido candidato derrotado do mesmo lado do prefeito eleito.
Esperamos que os prefeitos recém eleitos de nossa região leve em conta esse importante critério de escolha, que é de sua responsabilidade, mas que resultará em maior ou menor eficiência da máquina administrativa. Afinal o período eleitoral acabou agora é hora de trabalho. E para servir o povo não se devem ver cores políticas.

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